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	<title>O Pé de Feijão &#187; compras</title>
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	<description>Plante Conhecimento</description>
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		<title>Compras Coletivas e email marketing: Pense em longo prazo, mas seja rápido</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 18:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
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		<category><![CDATA[e-mail; e-mail marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Internet, ação promocional na web, lojas virtuais, descontos no e-commerce, publicidade 2.0…clubes de descontos e…Compra Coletiva. Aonde vamos parar? Qual será a próxima inovação no ambiente digital? Certamente algo em prol de nossa comodidade e praticidade, recursos cada vez mais necessários em tempos onde o trabalho não tem mais dia e hora certa. Uma era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Internet, ação promocional na web, lojas virtuais, descontos no  e-commerce, publicidade 2.0…clubes de descontos e…Compra Coletiva. Aonde  vamos parar? Qual será a próxima inovação no ambiente digital?  Certamente algo em prol de nossa comodidade e praticidade, recursos cada  vez mais necessários em tempos onde o trabalho não tem mais dia e hora  certa. Uma era onde precisamos encontrar soluções ágeis e com facilidade  para comprar, porque não temos mais tanto tempo assim para recorrer às  lojas físicas, sejam elas de shopping de luxo ou os grandes saldões que  os varejistas comumente costumam fazer.</p>
<p>Um movimento aliado a essa tão importante facilidade de comprar vem  ganhando corpo e não é pequeno. O e-commerce demorou aproximadamente 10  anos para pegar no Brasil e desde 2000, ainda encontra um longo caminho  para se solidificar em nosso país que, diferente da cultura dos  americanos – sempre acostumados<br />
a comprar por catálogo, sem a necessidade de uma loja física -, ainda  enfrenta a desconfiança de nossa população.</p>
<p>Mas, aos poucos, esse cenário está mudando. Sabemos que o comércio  eletrônico veio pra ficar. Cerca de 46% dos internautas consideram a  internet como principal influência para a compra, revelou pesquisa do  Centro de Altos Estudos em Publicidade da ESPM e do IBOPE Inteligência.</p>
<p>E, incrivelmente, já percebo que o conceito de Compra Coletiva vem  tomando conta da cabeça dos consumidores brasileiros e…rapidamente,  aliás, bem mais rápido que o tempo que levou o e-commerce para ganhar  maior receptividade entre os brasileiros. Atribuo esse fator, que  podemos chamar de disseminação totalmente acelerada, primeiro, claro, ao  hábito cada vez mais frequente de compras pela internet, mas  principalmente, ao bom e velho costume de pechinchar. Nesse sentido,  classes sociais dos mais diferentes estágios gostam de bons preços, umas  por necessidade, outras pelo fato de economizar e se sentirem  beneficiadas de alguma forma. Ou seja, um mundo a se conquistar.</p>
<p>O fato é que o modelo inovador de Compra Coletiva chegou, onde  promoções de ‘tirar o chapéu’ estão presentes e, o melhor, ao alcance de  todos ou…pelo menos, quase todos que acessam a internet. Descontos de  10 a 90% atraem uma boa parcela que não chegava a ver isso nem no  ambiente físico. O céu é o limite e reitero isso aqui porque não estamos  falando de uma promoção de bairro, estamos explorando algo que alcança  os cerca de 67 milhões de internautas no Brasil, segundo levantamento  feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<span id="more-2164"></span></p>
<p>E, para alavancar na acirrada concorrência que está por vir, sim, ela  certamente chegará e com muita força, uma vez que novos e novos portais  de Compra Coletiva surgem quase que diariamente, a comunicação e o  relacionamento não podem estar de fora. Embora a diferença de  investimentos nos formatos disponíveis de mídia seja discrepante, a  realidade é que quase 100% desses novos empreendedores apostam no  ambiente online como forma de propagar a marca. Afinal, estamos falando  de um conceito digital e fazer o branding por meio dele se tornou mais  que fundamental.</p>
<p>SEO, links patrocinados, banners online, redes sociais e email  marketing. Por mais recentes que sejam os termos para todos, eles se  proliferam de uma forma inimaginável e viraram jargões. Encontramos  nesses recursos a tecnologia mais que suficiente para aumentar a  audiência das compras online. Mas, não basta apenas acompanhar a moda de  investimentos, de maneira aleatória. A Compra Coletiva, por ser rápida,  precisa ter um planejamento de comunicação digital apoiado em  estratégias com ROI – Return on Investiment.</p>
<p>Os sites de Compra Coletiva com foco apenas no ‘hoje’ certamente  lucrarão, mas, apenas em curto prazo. O mercado de Compra Coletiva  evolui ao passo que novos consumidores descobrem o potencial de  economizar por esse canal. E, consequentemente, novos sites surgem para  atender a demanda e, como em todo modelo de negócio que cresce  rapidamente, a oferta certamente será maior que a demanda, muito em  breve.</p>
<p>Nesse cenário, é preciso estar preparado para o amanhã. O caminho  segue o mesmo percurso, mas deve ser equivalente à rapidez da ascensão  do conceito de Compra Coletiva. Portanto, base de dados, análise de  perfil comportamental, mensuração de resultados e comunicação  direcionada merecem muita atenção.</p>
<p>Hoje você vende, mas se não se relacionar com sua base, amanhã alguém  certamente o fará. O email marketing, mais uma vez, toma conta de um  processo com base em relacionamento digital que, por consequência, se  bem aplicado, traz retornos em curto, médio e tão sonhado longo prazo,  onde o cliente fica com sua marca.</p>
<p>É importante saber quem interage nos emails promocionais e acompanhar  as compras realizadas, para então poder ir ao encontro do que o  consumidor certamente deseja na próxima campanha. A receita é a mesma,  mas merece uma boa dose de agilidade. Use os pilares: opt in, base de  dados, envio de ações promocionais de email marketing, análise da  compra, funis de compra, segmentação de promoções de acordo com o  histórico de compra desse consumidor.</p>
<p>O retorno? Certamente virá, desde que baseado em estratégias para  relacionamento digital e não quantidade de envios aleatórios. Hoje a  Compra Coletiva é uma onda, amanhã será commodity. O ideal é pensar em  longo prazo, sempre, mas…agir rápido!</p>
<p>Fonte: <a href="http://emailmarketing.virid.com.br/artigos/compras-coletivas-e-email-marketing-pense-em-longo-prazo-mas-seja-rapido/" target="_blank">Virid</a></p>
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		<title>Provador virtual para Iphone facilita a compra!</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/10/01/provador-virtual-aumentou-vendas-em-300/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 19:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovações]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[fits me]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro do varejo online de moda, vender roupas só não é mais difícil do que vender itens de perfumaria. Experimentar e ver como a peça se comporta no corpo é uma necessidade para grande maioria dos consumidores, e isto, assim como as fragrâncias, a internet ainda não pode proporcionar. Para saciar este desejo dos compradores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Dentro do varejo online de moda, vender roupas só não é mais difícil  do que vender itens de perfumaria. Experimentar e ver como a peça se  comporta no corpo é uma necessidade para grande maioria dos  consumidores, e isto, assim como as fragrâncias, a internet ainda não  pode proporcionar.</p>
<p>Para saciar este desejo dos compradores, a empresa <a href="http://fits.me/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fits.me</strong></span></a>,  da Estônia, criou um robô que assume 2 mil diferentes biotipos. Desta  forma, no ato da compra, o cliente digita suas medidas no site da marca e  vê as alterações na forma física do boneco. Assim, fica  fácil notar diferenças mínimas no caimento e decidir sem hesitar entre  uma peça M ou G.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="355" height="291" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_oRderzKAKY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="355" height="291" src="http://www.youtube.com/v/_oRderzKAKY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A aplicação tecnológica é inovadora, mas a execução nem tanto. Com este  manequim robotizado, a marca deve fotografar sua coleção inteira, com  todos os tamanhos disponíveis. Até o momento, somente robôs masculinos  foram feitos, pois as medidas femininas são mais variadas, em função de  busto e quadril.</p>
<p><a href="http://www.usefashion.com/imagensportal/Conteudos/Noticias/Editor/742-10-04_20100930_1421.jpg" target="_blank"><img src="http://www.usefashion.com/imagensportal/Conteudos/Noticias/Editor/742-10-04_20100930_1421.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="213" height="320" /></a> <a href="http://www.usefashion.com/imagensportal/Conteudos/Noticias/Editor/742-10-03_20100930_1420.jpg" target="_blank"><img src="http://www.usefashion.com/imagensportal/Conteudos/Noticias/Editor/742-10-03_20100930_1420.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="287" height="320" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.usefashion.com/categorias/Noticias.aspx?idnoticia=89940" target="_blank">UseFashion</a></p>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/10/01/provador-virtual-aumentou-vendas-em-300/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/10/01/provador-virtual-aumentou-vendas-em-300/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		<title>E-Commerce Teen – Adolecentes Online</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 12:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais). Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Quando se trata de <strong><a onclick="hwClick(&quot;compras&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted  1px&quot;; " href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-teen-adolecentes-online/#">compras</a> on-line</strong>,  os usuários <strong>adolescentes</strong> são uma contradição: A  maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de crédito, ainda  que gostem de fazer <em><a onclick="hwClick(&quot;compras&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;compras&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted  1px&quot;; " href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-teen-adolecentes-online/#">compras</a> online</em>.  (O que simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais).</p>
<p>Cerca de 80 por cento dos <em>adolescentes</em> <a onclick="hwClick(&quot; online&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot; online&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot; online&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted  1px&quot;; " href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-teen-adolecentes-online/#"> online</a> na faixa etária de 12 a  17 anos visitam sites de <a onclick="hwClick(&quot;varejo&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;varejo&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this, &quot;varejo&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted  1px&quot;; " href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-teen-adolecentes-online/#">varejo</a>, de acordo com a <em>ComScore</em>.  Isso representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores teen.  Por exemplo, a <em>eBay </em>teve 6.400.000 usuários teen em abril de  2006, enquanto a Amazônia teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso  da Apple, o iTunes foi seguramente o mais importante.)</p>
<p>Outro paradoxo sobre <strong>teens</strong> online, ou talvez seja  melhor descrito como um mito: <span style="text-decoration: underline;">Adolescentes</span> não são os usuários <em>super  tech-savvy </em>como popularmente se pensa.</p>
<p>Segundo a concepção popular, os <em>teens</em> são muito mais hábeis  no uso da Internet que os usuários adultos. Temos uma imagem dos <strong>adolescentes</strong> totalmente ligada a mensagens, dentro do <em>MySpace</em> ou baixando  filmes ouvindo seu iPod.</p>
<p>Mas estar constantemente conectado não significa que os adolescentes  são assistentes de tecnologia, afirma um estudo da Nielsen Norman  Group. Embora alguns adolescentes são tech know-it-alls, diz Hoa  Loranger, um dos autores do relatório.</p>
<p>Para esclarecer, os adolescentes são muito mais confortáveis com a  tecnologia – não tem medo tanto quanto os adultos.</p>
<p>Mas se algo não funciona para um usuário adolescente, eles tem muito  menos paciência, e é por isso que não pode superar muitos obstáculos  tecnológicos. Se não funcionar da maneira que eles esperam, simplesmente  abandonam o processo.<span id="more-1313"></span></p>
<p>Além disso, as competências de investigação dos adolescentes e de  leitura ainda não amadureceram, diz ela.</p>
<p>Devido a esses fatores, os adolescentes completam com êxito as  tarefas on-line  (taxa de sucesso de 55 por cento) do que os usuários  adultos (66 por cento de sucesso), com base no estudo da Nielsen.</p>
<p>No entanto, por mais difícil que seja para atingir esses  consumidores volúveis, que representam um mercado potencialmente  lucrativo. Um estudo do Pew no final de 2004 estimou o total de  audiência online teen com idade entre 12 a 17 anos, em 21 milhões de  euros. Esta primeira geração de usuários tem crescido desde a infância  na era da Internet e será certamente consumidores online ativos nos  próximos anos.</p>
<h3>Balanceamento na facilidade de  uso</h3>
<p>Estudo da Nielsen com adolescentes  assistidos em ação. É com base no comportamento do adolescente real, em  oposição às <a title="pesquisas" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/tag/pesquisas/">pesquisas</a> que os usuários tem mostrado sobre si mesmo.</p>
<p>Como os pesquisadores acompanharam o uso da Web teen, eles  descobriram um enigma: Os adolescentes são atraídos por sites com um  olhar de vanguarda, mas eles têm dificuldade com um projeto complexo.</p>
<p>“A sensação visual e design visual é muito importante para eles. As  primeiras impressões são muito importantes”, diz Loranger. “Eles gostam  de gráficos e prestam a atenção para a experiência visual mais do que os  adultos.”</p>
<p>Os usuários teen também precisam ser constantemente atraídos e  entretidos para manter a atenção. “A coisa mais comum que ouvimos  repetidas vezes é” estou entediado “, diz ela.</p>
<p>Mas, afinal, eles querem fazer alguma coisa. Eles não são como  crianças pequenas, que aleatoriamente esfregam a tela com o mouse para  ver o que aparece.  Adolescentes preferem as tarefas mais específicas.</p>
<p>“Assim, quando o design visual ou o design de interação fica no  caminho daquilo que eles estão tentando fazer, então realmente degrada a  experiência do usuário para os adolescentes.”</p>
<p>Movimentos é bom, mas em demasiado ocupado espaço ou fica complexo e  isso é ruim. “Se o site está gritando por sua atenção e tudo é dinâmico  e em movimento, é um grande turn-off para os adolescentes”, diz  Loranger.</p>
<p>Assim, o desafio primário do Web design para os adolescentes é dar  um design muito fácil de usar e um visual muito contemporâneo. “Quando  um design é moderno o visual é importante, você precisa de equilíbrio  com a interação simples, porque eles não vão gastar o tempo para  descobrir isso”, diz ela.</p>
<h3>Vender para Adolescentes:  Principais Regras</h3>
<p><strong>Mostrar Preço<br />
</strong></p>
<p>Para os consumidores adolescentes, é  fundamental mostrar o preço com a primeira menção do produto. Isso é  mais importante para os adolescentes do que para os adultos.</p>
<p>O motivo: “Os adolescentes estão muito conscientes dos preços – e  não têm muito dinheiro. De fato, no estudo da Nielsen, “Um número  esmagador de crianças foi direto para a seção de vendas.”</p>
<p><strong>Permitir Ordenar por Preferência<br />
</strong></p>
<p>Mais uma vez, por causa do orçamento dos  adolescentes ser limitado, é uma boa idéia permitir que usuários  classifiquem os produtos por uma variedade de fatores – pela cor e  tamanho, e definitivamente pelo preço. “Os adolescentes em especial,  frequentemente usam o preço como um fator de classificação”, diz o  estudo.</p>
<p><strong>Ofertas e listas de desejos<br />
</strong></p>
<p>Oferecer uma lista de pedidos on-line é  uma ferramenta eficaz de vendas para os adolescentes. Embora muitos  adolescentes não tenham um cartão de crédito, enviar uma lista de  desejos lhes permite direcionar para outros usuários (como os pais ou  amigos) os presentes que eles querem. Além disso, os clientes mais  jovens em sites com listas de desejos é legal porque mostra que o site  respeita-os como clientes – e isso é especialmente importante para os  compradores teen.</p>
<p><strong>Não necessitar de registro<br />
</strong></p>
<p>Solicitar um registro prévio de compra  tem um efeito negativo em ambos os adultos e os clientes teen, mas é  especialmente ruim para os adolescentes. Sua paciência limitada  significa que preencher um formulário desestimula vendas. Além disso, os  adolescentes muitas vezes são advertidos pelos pais a não fornecer seus  dados pessoais online.</p>
<p><strong>Rápido Checkout<br />
</strong></p>
<p>O processo de check-out do seu site deve  ser o mais curto e fácil possível. Uma vez que muitos adolescentes têm  uma experiência limitada com a saída, respondendo a perguntas sobre  faturamento e endereço de entrega ou de encontrar o código de um cartão  de crédito em matéria de segurança de três dígitos pode ser demorado.  Adicionando toda a complexidade dessa experiência nova pode resultar em  abandono.</p>
<h3>Dicas de Design: Para o cliente  adolescente</h3>
<p><strong>A interatividade é Poderosa<br />
</strong></p>
<p>“Os adolescentes realmente gostam de  interagir com a mídia que está usando”, diz Loranger. “Eles não gostam  de usar a web como um aparelho de televisão.” Interatividade é o  combustível que impulsiona o sucesso fenomenal do MySpace, que  transforma a Internet em uma comunidade interativa.</p>
<p>Boas ferramentas de interatividade incluem testes online, votação,  fóruns e jogos. Adolescentes gostam de ser capaz de expressar a sua  opinião.</p>
<p><strong>Facilmente digerido<br />
</strong></p>
<p>Adolescentes gostam de fazer as coisas  em partes sob medida. “É bom manter em mente que a teoria em termos de  escrita do site, pode ser qualquer tipo de multimédia, enquetes e jogos  interativos”, diz ela. Todos estes elementos são os melhores oferecidos  em pedaços menores, administráveis por usuários teen. “Isso torna mais  atraente.”</p>
<p>Use o design do seu site para transmitir informações de forma  rápida, caso contrário, os adolescentes não vão prestar atenção.</p>
<p><strong>As imagens boas<br />
</strong></p>
<p>O texto que é completado por gráficos e  imagens são muito mais atraentes para os adolescentes do que texto em  linha reta. “Quando se comparam os sites que têm fotos com aqueles que  não, eles dizem ‘eu quero ficar com o site que tem fotos.”</p>
<p><strong>Os anúncios são razoáveis<br />
</strong></p>
<p>Adolescentes não se importam com  anúncios. Enquanto os adultos têm “cegueira de banner”, e tendem a  evitar as coisas que se parecem com anúncios, os adolescentes vendo os  anúncios prestam um pouco mais de atenção do que os adultos.</p>
<p>“Se você quer capturar sua atenção, você pode ‘fantasiar’ um pouco –  adicione um pouco de figura. Mas <a title="sem" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/tag/sem/">sem</a> ser  cansativo”, diz Loranger.</p>
<p>(Em contraste, para os adultos, é melhor usar links de texto, links  de texto são mais credível e mais provável de ser clicado do que algo  que é feito até graficamente, diz ela.)</p>
<p><strong>Site rápido é Vital<br />
</strong></p>
<p>Um site de carregamento lento  desencoraja todos os usuários, os adolescentes ainda mais. Mais uma vez,  sua paciência limitada, em um resultado de carga lenta é um êxodo em  massa.</p>
<p>“O desafio para os designers é ter uma interface gráfica que tenha  estas características extravagantes, mas se demorar muito tempo para  carregar – mesmo em conexões de alta velocidade – os adolescentes vão se  desinteressar.</p>
<p>Adolescentes são altamente ativos – eles querem que as coisas agora.</p>
<p><strong>Design para vitrini<br />
</strong></p>
<p>Adolescentes frequentemente usam  equipamentos antigos, incluindo os equipamentos doados às escolas e  bibliotecas. Mesmo que os pais tenha equipamentos mais recentes, “os  adolescentes [muitas vezes], usam equipamentos de segunda-mão”, Loranger  diz.</p>
<p>Estes sistemas antigos não são otimizados para multimídia. Muitos  desses sites teen empurram multimídia, como som e filmes que não  funcionam no sistema de uma escola – por exemplo. (Ou os usuários não  estão autorizados a fazer download de um novo plug-in).</p>
<p>A solução: “Tenha certeza que você está usando uma multimídia com  versão de texto.”</p>
<p>Os adolescentes não querem ser vistos como crianças, assim eles  evitam qualquer site que apresenta, mesmo remotamente, uma linha “kids”.</p>
<p>“Eles são muito sensíveis a sons e imagens que estão associadas a um  público mais jovem”, diz Loranger. Como quando você passa o mouse sobre  diferentes elementos e faz um sinal sonoro ou um som – eles odeiam  isso.”</p>
<p>Por outro lado, “A música é realmente importante – a música certa. A  música é uma extensão de sua identidade. Então, quando eles visitam   locais que tem uma música pobre, repetitiva, ou não coincidi com o  estilo do que está vendo -  eles saem deste site. ”</p>
<p>Na opinião dos adolescentes, diz ela, uma faixa de música ruim é  como se um adulto estivese tentando projetar algo para eles, e o pior,  sem nenhum estilo.</p>
<p><strong>Evitar Fontes pequenas<br />
</strong></p>
<p>Em muitos sites teen o tamanho de letra é  pequena. “Mas descobrimos que os adolescentes não gostam de ler um  texto com fonte pequena. Ou texto com cores de fundo que têm baixo  contraste”, diz ela.</p>
<p>“Há uma tendência para que os designeres queram projetar coisas que  são legais e “iradas”, mas os adolescentes preferem realmente o texto  que é um pouco maior e fácil de ler.”</p>
<p>Eles fazem muitas coisas diferentes ao mesmo tempo e para que sua  atenção não seja desviada é melhor não usar texto com fonte pequena.</p>
<h3>Exemplos de Shopping</h3>
<p>Não surpreendentemente, os pesquisadores  encontraram uma correlação de sucesso nos <strong>usuários teen</strong> em um site que seja fácil de realizar tarefas e seu nível de satisfação  com o ele<em>.”Se eles foram capazes de concluir suas tarefas sem  muitos problemas, sua avaliação de satisfação com este site era muito  maior.”</em></p>
<p>Exemplos de sites de <strong>compras</strong> que os <strong>adolescentes</strong> consideraram altamente positivos, tanto no design quanto na facilidade  de uso: <em>CCS.com</em>, <em>Dreamhorse</em>, <em>Lacie</em>, <em>LadyEnyce</em>,  <em>PacSun</em> e <em>Wetseal</em>.</p>
<p>Outros sites que no estudo os adolescentes consideraram favoritos: <em>Rolling  Stone</em> , <em>Lyrics.com</em> , <em>GameFAQs</em>, <em>Real.com</em>,  <em>ALDaily</em>, <em>Optus</em> e (é claro) <em>MySpace</em>.</p>
<p>Loranger achou particularmente revelador sobre as preferências dos <strong>adolescentes</strong> que gostaram dos sites da <em>Apple</em> e <em>CSUMentor</em>. Ambos os  sites têm <em>“design limpo e aerodinâmico. Um formato que poderia ser  considerado o contrário do que os adolescentes gostam.”</em></p>
<p>Fonte:<a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-teen-adolecentes-online/" target="_blank"> Blog do Ecommerce</a></p>
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		<title>Transmita segurança em sua loja virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 18:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[ara obter sucesso no e-commerce, é fundamental atentar-se para alguns fatores determinantes, atacando de frente aqueles pontos que geram maior receio nos consumidores em suas compras on-line. O principal receio para que as pessoas não comprem na web está relacionado, inicialmente, a aspectos financeiros, como fraudes ou clonagem de cartão de crédito. O segundo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>ara obter <strong>sucesso  no e-commerce</strong>, é fundamental  atentar-se para alguns fatores determinantes, atacando de frente aqueles  pontos que geram maior receio nos <a onclick="hwClick(&quot;consumidores&quot;);return false;" onmouseover="hwShow(event, this, &quot;consumidores&quot;);  this.style.cursor=&quot;hand&quot;; this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;;  this.style.borderBottom=&quot;solid&quot;;" onmouseout="hideMaybe(this,  &quot;consumidores&quot;); this.style.cursor=&quot;hand&quot;;  this.style.textDecoration=&quot;underline&quot;; this.style.borderBottom=&quot;dotted  1px&quot;; " href="http://www.blogdoecommerce.com.br/transmitir-seguranca-loja-virtual/#">consumidores</a> em suas <strong>compras  on-line</strong>.</p>
<p>O principal receio para que as pessoas não comprem na web está  relacionado, inicialmente, a aspectos financeiros, como f<a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/o-que-e-chargeback/">raudes ou  clonagem de cartão de crédito</a>. O segundo é o medo de não receber o  produto adequadamente, e o terceiro é a falta de contato com o produto.</p>
<p>Para reduzir esses e outros medos dos e-consumidores, o lojista deve  investir em um site bem estruturado e preocupar-se com aspectos de  segurança contra riscos de invasão por hackers, por exemplo. Há empresas  especializadas nisso.</p>
<p>Outro ponto relevante com relação à segurança é a utilização de  ferramentas de <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/loja-virtual-com-pagseguro-uol/">pagamento  seguro</a>, nas quais o <strong>varejista on-line</strong> poderá  contar com um serviço que funciona da seguinte forma: o cliente que está  comprando efetua o pagamento a uma empresa parceira ou “intermediária” e  não diretamente à loja. Essa empresa parceira funciona como uma <em>“depositária”</em> dessa compra. Esse parceiro é informado pelo cliente se o produto foi  recebido corretamente e só então ele efetua o pagamento à loja que  vendeu o produto. Além disso, o cliente tem até 14 dias para reclamar e  ter seu dinheiro de volta, caso algum problema ocorra. Isso, sem dúvida,  traz maior segurança e transparência ao processo. Esse mecanismo todo é  chamado de <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/loja-virtual-com-pagseguro-uol/">“gateway  de pagamento”.</a> Essas empresas parceiras cobram uma taxa, mas não do  lojista, e sim do cliente. O lojista não tem custos de adesão e ainda  tem a opção de receber um adiantamento das compras realizadas a prazo.  Esse é o caso do <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/loja-virtual-com-pagseguro-uol/">PagSeguro  da UOL</a> e <strong>Pagamento Digital</strong> da BuscaPé entre  outros.</p>
<p>Há ainda outras opções que têm evoluído, como o pagamento ou  transferência de valores diretamente – inclusive, há um aplicativo do <em><strong>Twitter </strong></em>para isso, chamado Twitpay. Esses novos formatos têm como  alvo os altos custos das operações de cartão de crédito, bem como a  demora em receber os valores pelos lojistas.</p>
<p>O segundo ponto, que é o receio de não  receber o produto corretamente, deve ser atacado com uma operação  logística adequada, que ofereça uma <a href="http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/importancia-das-entregas-em-lojas-virtuais/">entrega  rápida</a> e segura ao cliente, bem como uma logística reversa, que é a  possibilidade de o cliente trocar ou devolver o produto no caso de  quaisquer problemas.</p>
<p>O tratamento para o terceiro ponto, que é a falta de contato com os  produtos, é um pouco mais complexo, pois virtualmente ainda não  conseguimos transmitir sensações como tato e olfato, por exemplo.  Entretanto, o que pode ser feito nos sites de e-commerce é utilizar  várias formas de apresentação dos produtos, com fotos de diferentes  ângulos, vídeos, informações com relação a tamanhos e formatos,  indicações de outros usuários que já compraram aquele produto, enfim,  uma ampla gama de dados que contribuem para dar mais conforto e  segurança ao cliente no seu processo de tomada de decisão de compra.</p>
<p>Essas são apenas algumas medidas que devem constar no planejamento  da loja virtual para reduzir a sensação de insegurança dos novos  e-buyers. Pense nisso e boas vendas!</p>
<p>Por: Sandra Turqui</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/transmitir-seguranca-loja-virtual/" target="_blank"> Blog do E-commerce</a></p>
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		<title>Classes A e B são mais ligadas às marcas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 19:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>

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		<description><![CDATA[40% dos consumidores das classes A e B são mais preocupados com marcas reconhecidas. A qualidade dos produtos supera o desejo por consumo de marcas renomadas, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que envolveu 800 entrevistados. Deles, metade não se preocupa com marcas conhecidas. A maioria dos entrevistados (82,8%), no entanto, concorda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>40% dos consumidores das classes A e B são mais preocupados com marcas reconhecidas.</strong></p>
<p>A qualidade dos produtos supera o desejo por consumo de marcas renomadas, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que envolveu 800 entrevistados. Deles, metade não se preocupa com marcas conhecidas. A maioria dos entrevistados (82,8%), no entanto, concorda que os produtos com melhor qualidade têm preços mais elevados.</p>
<p>Na análise por classes, o resultado apontou que 40% dos consumidores A e B são os mais atentos às marcas. Em contrapartida, os das classes D e E são os mais desinteressados no assunto (66,3%). Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP, a taxa de consumo mais elevada nas classes A e B apresenta uma forte ligação com o status que as grandes marcas conferem a quem as consome.</p>
<p>A grande diferença é a forma como as classes analisam o produto no ato da compra. Os consumidores mais pobres prezam muito a escolha acertada, pois não dispõem de tanto capital. “Eles consomem produtos de qualidade, sim, desde que sejam beneficiados pelo crédito, mas não necessariamente a escolha vai estar ligada à marca. Ele se permite pagar mais caro, mas não quer arriscar”, explica.</p>
<p>A pesquisa mostra também que 76,3% dos consumidores preferem qualidade a preço, sendo os das classes A e B os que mais concordaram com a assertiva: “Prefiro um produto de qualidade a um de bom preço”, (81,1%). São os consumidores com este perfil os que mais realizaram compras na internet (39,1%) e os que mais compraram produtos com divulgação através de propaganda por e-mail (32,1%).</p>
<p>Entre as classes D e E apenas 7,1% fizeram compras pela internet e 3,1% através de e-mail marketing. O destaque, porém, é que os consumidores destes segmentos são os que mais fizeram compras pela web nos últimos 30 dias (28,6%), reflexo do movimento vivido pela economia nacional e do acesso de novos públicos a opções antes restritas a uma minoria.</p>
<p>Por: Marcos Bonfim</p>
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