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	<title>O Pé de Feijão &#187; e-bit</title>
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	<description>Plante Conhecimento</description>
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		<title>Comércio Eletrônico: Crescimento de 40% em 2010‏</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 17:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Webshoppers]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é o WebShoppers? O WebShoppers é uma iniciativa da e–bit e tem como objetivo buscar informações sobre o comportamento de compras dos internautas brasileiros e sua relação com o e-commerce, demonstrando em números toda a evolução do comércio eletrônico nacional. O WebShoppers está em sua 23ª edição. Mas quem é a e-bit? Presente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>O que é o WebShoppers?</strong></p>
<p>O WebShoppers é uma iniciativa da e–bit e   tem como objetivo buscar informações sobre o comportamento de compras   dos internautas brasileiros e sua relação com o e-commerce,  demonstrando  em números toda a evolução do comércio eletrônico  nacional.</p>
<p>O  WebShoppers está em sua <strong>23ª edição</strong>.</p>
<p><strong>Mas quem é a e-bit?</strong></p>
<p>Presente no mercado desde janeiro de   2000, a e-bit se tornou uma empresa especializada em informações sobre o   comércio eletrônico brasileiro.</p>
<p>Tudo entendido? Então vamos ao resumo do cenário do comércio eletrônico brasileiro em 2010.</p>
<p><strong>Números</strong></p>
<ul>
<li>O comércio eletrônico brasileiro faturou 14,8 bilhões de reais em 2010;</li>
<li>A expectativa de faturamento para 2010 era de 14,5 bilhões de reais;</li>
<li>Obteve crescimento  de 40% em relação ao resultado de 2009 (R$ 10,6 bilhões).</li>
</ul>
<p><strong>Comportamento</strong></p>
<ul>
<li> Conquistou 23 milhões de e-consumidores (17,4 milhões em 2009);</li>
<li>Registrou mais  de 40 milhões de pedidos;</li>
<li>O valor médio de compras foi de 373 reais.</li>
</ul>
<p><strong>Ranking das Categorias</strong></p>
<ol>
<li>Eletrodomésticos (14%) – Pela 1a vez no topo. Resultado influenciado  pelas vendas proporcionadas pela Copa do Mundo (TV LCD);</li>
<li> Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais (12%);</li>
<li>Saúde, beleza e medicamentos (12%);</li>
<li>Informática (11%);</li>
<li>Eletrônicos  (7%).</li>
</ol>
<p><strong>Crescimento para 2011</strong></p>
<ul>
<li>A expectativa da e-bit para 2011 é que o setor alcance um  faturamento ao  redor de 20 bilhões de reais, o que representaria um  crescimento  de 30% em relação a 2010;</li>
</ul>
<ul>
<li>Espera-se o aumento de 4 milhões de novos e-consumidores ainda neste semestre;</li>
</ul>
<ul>
<li>Destaque para a categoria Moda e Acessórios. Hoje ocupando a 6ª colocação no ranking, e há 4 anos ocupava a 20ª colocação.</li>
</ul>
<p>Fonte: e-bit</p>
<p>Abraços  <img src="http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif?m=1221159482g" alt=":)" /></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/_renatareis_">@_RenataReis_</a></p>
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		<item>
		<title>O poder das mulheres no e-commerce</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/11/22/o-poder-das-mulheres-no-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 16:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo online]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito &#8220;Compras OnLine&#8221;. Quando o assunto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>As mulheres estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito &#8220;Compras OnLine&#8221;.</p>
<p>Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.</p>
<p>Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.<br />
De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.</p>
<p>Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pela <strong>e-bit</strong>, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.<br />
A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto.</p>
<p>Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.</p>
<p>Investimentos em banners, bloco de anúncios, adwords e demais, parecem ir perdendo espaço para o investimento em marketing nas mídias sociais. É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente.</p>
<p>Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.</p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: Ebit<br />
</span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os dados de ecommerce e redes sociais no brasil em 2010</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/17/os-dados-de-ecommerce-e-redes-sociais-no-brasil-em-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 12:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos cursos de ecommerce da Ecommerce School, cada vez batemos mais nas teclas das redes sociais como motivadores de compras. Há centenas de ferramentas muito boas disponíveis para as lojas virtuais usarem nas redes sociais, no entanto é preciso saber o “como fazer”. De acordo com a 22ª Edição do WebShoppers, lançada pela e-bit, cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Nos <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ecommerceschool.com.br/');" href="http://www.ecommerceschool.com.br/" target="_blank">cursos de ecommerce</a> da Ecommerce School, cada vez batemos mais nas teclas das redes sociais  como motivadores de compras. Há centenas de ferramentas muito boas  disponíveis para as lojas virtuais usarem nas redes sociais, no entanto é  preciso saber o “como fazer”.</p>
<p>De acordo com a 22ª Edição do WebShoppers, lançada pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma  compra pela internet proveniente de uma rede social são mulheres. Quando  olhamos a média de todos os outros motivadores, elas empatam em meio a  meio com os homens.</p>
<p>Esse  fato pode ser explicado se analisado juntamente com outro dado  publicado no relatório: nas categorias preferidas dos e-consumidores  provenientes de redes sociais, Moda e Acessórios aparece como destaque,  com cerca de 20% do volume transacional. Ora, se são as mulheres que  compram mais nessa categoria e essa categoria é a que gera mais vendas  através de redes sociais, então faz todo o sentido.</p>
<p>Mas porque Moda e Acessórios? Primeiro porque é uma categoria cujo  processo de decisão de compra geralmente depende de opiniões de  terceiros. Se alguns modelos de vestidos, sapatos e acessórios estão na  moda, é porque as pessoas gostam e estão falando sobre eles. E se as  pessoas estão falando sobre eles no mundo físico, também o estão nas  redes sociais.</p>
<p>Em segundo lugar, de acordo com observações próprias, tenho percebido  que essa é uma categoria onde as lojas virtuais estão mais a frente de  outras no que diz respeito ao social media marketing.  Na função de  professor e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ihouseweb.com.br/');" href="http://www.ihouseweb.com.br/" target="_blank">consultor de ecommerce</a>,  sigo, sou amigo e visito redes sociais de lojas virtuais de todas as  categorias. Tenho visto que as lojas especializadas em roupas são as que  mais usam as redes sociais para divulgar seus produtos.</p>
<p>Embora, eu ainda perceba, que muitas não se engajam de maneira  correta nas conversações, dando foco apenas em venda, venda e venda.  Outras seguem o caminho de conciliar sim, vendas de produtos  com outros  tipos de conteúdos, menos comerciais e mais voltados a relacionamentos  de médio e longo prazos. De acordo com o estudo isso está mesmo dando  certo.</p>
<p>Quando se diz respeito à idade, o <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.webshoppers.com.br/');" href="http://www.webshoppers.com.br/" target="_blank">WebShoppers</a> publicou que os compradores provenientes de redes sociais são, em  média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 contra 41  anos. Esse número é importante porque dá o tom da conversa que as lojas  virtuais devem manter com esse consumidor. Além disso, devem estar  atentas à oferta de meios de pagamentos com prazos mais elásticos e de  acordo com a situação financeira da população jovem brasileira. Segundo  com o relatório “Por se tratar de um público mais jovem e provavelmente  ainda não estar inserido completamente no mercado de trabalho, os  e-consumidores influenciados pelas redes sociais têm a renda 10%  inferior à dos e-consumidores em geral”. Parcele.</p>
<p>O estudo mostrou também que 65% dos internautas que foram  influenciados a comprar na Web através de redes sociais são light users  (freqüência baixa de compra pela internet) contra  35% de heavy users  (freqüência alta). Essa diferença pode ser explicada pela menor média de  idade dos usuários de redes sociais, citada anteriormente e pela  característica ímpar de que novos consumidores são sempre mais  desconfiados e por isso buscam mais informações antes de comprar online.  Sendo assim, onde senão em nossa rede de amigos, podemos achar  indicações com total confiança?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.midiassociais.net/2010/08/os-dados-de-ecommerce-e-redes-sociais-no-brasil-em-2010/" target="_blank">MidiasSociais</a></p>
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		<title>Análise gera pesquisa sobre público de baixa renda‏</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2009/07/11/analise-gera-pesquisa-sobre-publico-de-baixa-renda%e2%80%8f-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 21:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[baixa renda]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e-bit]]></category>

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		<description><![CDATA[A e-bit e o Instituto Análise trabalharam juntos na missão de compreender um pouco mais os hábitos e tendências dos e-consumidores de baixa renda em compras em qualquer dos canais de varejo. A pesquisa realizada pela parceria considerou os consumidores que já realizaram alguma compra online com renda familiar de até R$1,000, no os período de 29/10/2008 a 07/11/2008.

 A pesquisa desenvolvida pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise, permite acompanhar os hábitos de comportamento e consumo off-line da população de baixa renda, avaliando os critérios de escolha de marcas, produtos e principalmente entender suas aspirações, necessidades e preferências. Inicialmente estamos dando foco ao setor de eletroeletrônicos e pretendemos fazê-lo de forma contínua, ampliando a análise para outros setores da economia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>“Salve Salve Simpátia….”</p>
<p> Extra… Extra… Extra… O meu , o seu, o nosso … <strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: red;">O Pé de Feijão</span></span></strong>, <span style="color: black;">esta sendo</span><span style="color: #1f497d;"> </span>um grande sucesso.<br />
Foi mais quisto que Juju de groselha azul na Praia Grande, e mais lido que “tiras” da Turma da Mônica no Almanacão de Férias e mais premiado que álbum de figurinhas da Panini.<br />
Então, estou de volta com mais informações para a galera descolada e antenada no mercado de e-commerce.   Mais um “<span style="text-decoration: underline;">AdalbaNews</span>“… uhu</p>
<p> A e-bit e o Instituto Análise trabalharam juntos na missão de compreender um pouco mais os hábitos e tendências dos e-consumidores de baixa renda em compras em qualquer dos canais de varejo. A pesquisa realizada pela parceria considerou os consumidores que já realizaram alguma compra online com renda familiar de até R$1,000, no os período de 29/10/2008 a 07/11/2008.</p>
<p> A pesquisa desenvolvida pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise, permite acompanhar os hábitos de comportamento e consumo off-line da população de baixa renda, avaliando os critérios de escolha de marcas, produtos e principalmente entender suas aspirações, necessidades e preferências. Inicialmente estamos dando foco ao setor de eletroeletrônicos e pretendemos fazê-lo de forma contínua, ampliando a análise para outros setores da economia.<span id="more-18"></span></p>
<p> Destas famílias com renda até R$1,000, os eletroeletrônicos requisitados são televisores em cores e aparelhos celulares. Por outro lado, aparelhos mais caros, como Notebooks e TV´s LCD têm ainda baixa penetração no grupo. Porém, um fator interessante é que 29% do total dos e-consumidores de baixa renda declaram que pretendem adquirir um notebook nos próximos 6 meses, 22% pretendem comprar uma TV LCD, e 26% pretendem adquirir uma câmera digital, produtos objeto de desejo a curto prazo para o segmento.</p>
<p> Se formos observar esse comparativo de produtos, separados por sexo, é possível notar que, para os homens, produtos como TV LCD, TV de Plasma e DVD de alta definição, são mais cobiçados, por serem mais ligados em tecnologia. Já as mulheres pretendem adquirir aparelhos de MP3, MP4 e iPod e câmeras fotográficas nos próximos 6 meses.</p>
<p> A pesquisa também aponta que os e-consumidores mais jovens são mais propensos a investirem em coqueluches do momento, como MP3/ MP4/ iPod, câmera fotográfica digital e notebooks, enquanto que outros aparelhos, como televisores, celulares, DVDs e computadores têm maior presença entre os chamados “cinqüentões”.</p>
<p> Apesar de tudo, engana-se quem acha que os e-consumidores de baixa renda possuem um perfil único. A pesquisa realizada pela parceria e-bit e Instituto Análise apurou que esses consumidores estão segmentados em três perfis atitudinais distintos. Os controlados (38%), os tomadores de créditos (40%) e os antenados (22%).</p>
<p> Os “controlados” são em maioria homens mais maduros (57% têm mais de 50 anos), e são caracterizados por serem mais conservadores. Com um estilo mais tradicional, não se importam, por exemplo, em usar roupas e marcas que dêem status. Além disso, possuem baixa propensão à tomada de crédito. Diferente dos “tomadores de créditos”, preferencialmente mulheres, com idade média de 42 anos e costumam considerar o financiamento a melhor forma de comprarem seus aparelhos eletroeletrônicos. As lojas de grande varejo são mais cogitadas por esses consumidores, que não dão grande importância à internet em suas vidas e não se importam com marcas ou etiquetas.</p>
<p>Com um comportamento completamente distinto, aparecem os “antenados”. O segmento que além de ter um perfil mais feminino e mais jovem (62% têm até 34 anos), são consumidores atentos com novidades e tendências, gostam de freqüentar lugares da moda e movimentados e não se importam de pagar mais caro para usar uma marca ou etiqueta. Os dados apontam que esse segmento de consumidor está mais habituado a compras na web, já que muitos consideram as lojas virtuais para compra de produtos.</p>
<p> Pois é galera… olha o dever de casa heim … só pra vocês terem uma idéia as empresas ainda não aprenderam a olhar esses consumidores acabam perdendo um grande mercado, que representa cerca de <span style="text-decoration: underline;">85% da população brasileira</span>, detém <span style="text-decoration: underline;">76% do consumo</span>, <span style="text-decoration: underline;">69% dos cartões de crédito</span> e movimenta <span style="text-decoration: underline;">R$ 620 bilhões por ano</span>.</p>
<p> Esse negócio chamado “internet” pode dar certo mesmo né…. acho que vou passar a comprar pela internet também. Vou economizar no ticket e no busão pra comprar um “computador de mão”. rsrsrs</p>
<p> Um Abraço, e depois eu volto com mais “AdalbaNews”</p>
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