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	<title>O Pé de Feijão &#187; online</title>
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		<title>Redação Web &#8211; Uma ótima dica para o mercado online</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a crescente inclusão digital e a digitalização dos meios de comunicação, mais pessoas estão navegando na internet e tendo acesso à tecnologias que tem mudado a forma como a informação é procurada e exibida. O jeito como as pessoas consomem informação mudou e isso não é novidade para ninguém. Desta forma, Alessandro Rodrigues, Coordenador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Com a crescente inclusão digital e a digitalização dos meios de comunicação, mais pessoas estão navegando na internet e tendo acesso à tecnologias que tem mudado a forma como a informação é procurada e exibida.<br />
O jeito como as pessoas consomem informação mudou e isso não é novidade para ninguém.</p>
<p>Desta forma, Alessandro Rodrigues, Coordenador de Planejamento Web, montou uma excelente apresentação e compartilha parte do conhecimento adquirido sobre escrita para Web com foco em mecanismo de busca. <span style="color: #008000;"><strong>#ficaadica</strong></span></p>
<div id="__ss_5670667" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Redação web" href="http://www.slideshare.net/1978arp/redao-web-5670667">Redação web</a></strong><object id="__sse5670667" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redaoweb-101104151048-phpapp02&amp;stripped_title=redao-web-5670667&amp;userName=1978arp" /><param name="name" value="__sse5670667" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse5670667" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=redaoweb-101104151048-phpapp02&amp;stripped_title=redao-web-5670667&amp;userName=1978arp" name="__sse5670667" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/1978arp">Alessandro Rodrigues</a>.</div>
</div>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/11/05/redacao-web-uma-otima-dica-para-o-mercado-online/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/11/05/redacao-web-uma-otima-dica-para-o-mercado-online/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		<title>Email Marketing Ficha Limpa</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em semana de eleições todos os assuntos giram em torno de política. Mas isso não é de todo mau, já que há várias coisas que podemos aprender dessas discussões em relação ao email marketing. Por exemplo, uma das grandes polêmicas dessa eleição de 2010 é a Lei Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Em semana de eleições todos os assuntos giram em torno de política. Mas isso não é de todo mau, já que há várias coisas que podemos aprender dessas discussões em relação ao email marketing. Por exemplo, uma das grandes polêmicas dessa eleição de 2010 é a Lei Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos que já tenham sido condenados por um colegiado de concorrerem.</p>
<p><img title="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" src="http://www.emailmanager.com/files/upload/blog/imagensblog/ficha-limpa.jpg" alt="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" align="center" /></p>
<p>É uma daquelas leis que surgiram a partir de clamor popular, da revolta da população com repetidos escândalos. O objetivo, em linhas gerais, é garantir que políticos que já tenham quebrado seu voto de honestidade com a população não possam se eleger novamente.</p>
<p><img title="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" src="http://www.emailmanager.com/files/upload/blog/imagensblog/tse.jpg" alt="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" align="center" /></p>
<p>Não seria maravilhoso se tivéssemos algo parecido no email marketing? Imagine que quando uma empresa fosse considerada culpada de utilizar listas sem permissão ou de não disponibilizar maneiras de optout fosse impedida por um certo perído de fazer novos envios?</p>
<p>De uma certa maneira nosso sistema participa de algo parecido com esse Ficha Limpa de email marketing ao seguir as normas do <a rel="nofollow" href="http://www.capem.org.br/">CAPEM </a>e ao adotar políticas rígidas anti-spam em relação aos seus usuários. Fica simples como no Ficha Limpa: quebrou as regras, perdeu direitos.</p>
<p><img title="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" src="http://www.emailmanager.com/files/upload/blog/imagensblog/stf.jpg" alt="Clamos popular contra desonestidade de políticos gerou o Ficha Limpa" align="center" /></p>
<p>As regras são claras e ditadas também por clamor popular. A ogeriza generalizada da população em relação a spam é o principal motivo da autorregulamentação das boas práticas do email marketing. Em outras palavras: não queremos ser associados com spammers, da mesma forma que bons políticos não gostam quando políticos desonestos dão um mau nome à política.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.emailmanager.com/blog/1/203/email-marketing-ficha-limpa.html" target="_blank">Email Manager</a></p>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/09/28/email-marketing-ficha-limpa/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/09/28/email-marketing-ficha-limpa/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		<title>PepsiCo cada vez mais online</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 12:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A PepsiCo já é famosa por suas lendárias campanhas publicitárias. Você já deve ter visto várias marcantes e se fizer um pequeno esforço provavelmente vai se lembrar de alguma muito boa. A última feita para a Copa do Mundo da FIFA é bom um exemplo. Mas se você quiser refrescar um pouco mais a memória, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A PepsiCo já é famosa por suas lendárias campanhas publicitárias.  Você já deve ter visto várias marcantes e se fizer um pequeno esforço  provavelmente vai se lembrar de alguma muito boa. A última feita para a  Copa do Mundo da FIFA é bom um exemplo. Mas se você quiser refrescar um  pouco mais a memória, vale pesquisar no YouTube e rever algumas delas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="485" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/c_LMJeLzoI0?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="485" height="385" src="http://www.youtube.com/v/c_LMJeLzoI0?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Além das campanhas tradicionais sempre muito bem feitas, a empresa  tem investido em novas mídias para criar ações nas redes sociais. Um  exemplo disso são as inúmeras campanhas virais elaboradas para o Doritos  que invadiram a rede, e a ação utilizando a tecnologia de realidade  aumentada com códigos de barra que se transportavam para um jogo no  orkut. Integração e engajamento na web.</p>
<p>No início de 2010, a empresa lançou o <a href="http://www.midiassociais.net/2010/01/ideias-para-refrescar-o-mundo/" target="_blank">Pepsi Refresh Project</a>.</p>
<p>Para que o projeto fosse possível, a PepsiCo transeriu todos recursos  destinados às campanhas de TV nos intervalos do Super Bowl, o maior  campeonato de futebol americano do mundo, para investir na interação com  seus consumidores nas redes sociais. A idéia do projeto é destinar os  20 milhões de dólares gastos em campanhas tradicionais para contribuir  com as causas sociais, contando com o engajamento das pessoas.</p>
<p>A Pepsi lançou o <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.refresheverything.com/');" href="http://www.refresheverything.com/">site oficial da campanha</a> encorajando consumidores a submeter idéias que pudessem melhorar a vida  das pessoas. As idéias enviadas são classificadas em 6 categorias e são  submetidas à avaliação. Aquelas que recebem mais votos são contempladas  com uma verba que varia de US$ 5 mil à US$ 50 mil e podem sair da web  para se tornarem realidade.</p>
<p>O sucesso da campanha era esperado. <span id="more-1977"></span>As pessoas sentem necessidade de  ajudar uns aos outros. Muitas delas, embora solidárias, simplesmente não  sabem como ajudar nas causas sociais fugindo do trabalho voluntário ou  das doações em dinheiro para instituições. A idéia do projeto é  simplificar a interação e permitir o engajamento de qualquer cidadão  àquela causa que lhe desperta mais interesse. É descomplicar para o  consumidor e tornar possível sua participação na construção de um mundo  melhor.</p>
<p>A empresa percebeu que as pessoas tendem a participar mais de  projetos com os quais se identificam. É natural do ser humano querer  fazer parte e interagir para se sentir inserido no contexto. O que a  PepsiCo fez foi justamente convidar as pessoas para fazer parte,  misturando dois ingredientes essenciais: conteúdo e contexto.</p>
<p>O projeto abusa do poder de viralização das redes. Uma vez que se  identifica com alguma causa o consumidor estabelece uma conexão com a  marca e passa a ser um evangelizador em busca de votos para transformar o  mundo para melhor.</p>
<p>Esse projeto da PepsiCo, além de ser uma iniciativa inusitada e  trabalhar bem os conceitos de interatividade na web é significativa. Não  seria muito fatalista prever uma mudança de comportamento na estratégia  de comunicação. Com as facilidades de interação e novas perspectivas  permitidas pelo “online”, empresas investem cada vez menos em mídias  tradicionais e nas grandes verbas para campanhas de TV com artistas  famosos, buscando resultados mais perenes com o engajamento à marca.</p>
<p>Fica claro que em uma campanha como essa, os resultados não podem ser  medidos apenas com números de seguidores no Twitter, de fãs no Facebook  ou de votos o site. A PepsiCo precisa levar em consideração a  influência conquistada pela marca na rede e de acordo com os objetivos  definidos pelo planejamento da campanha avaliar os resultados.</p>
<p>O grande mérito do projeto foi conseguir transpor para fora do  digital a socialização que as mídias “sociais” tanto propõem.</p>
<p>A PepsiCo recebeu 120 mil idéias para o projeto o que possibilitou o  contato direto mais de 3 milhões de usuários em conversas online e uma  participação de aproximadamente 31 milhões de consumidores apenas nos  EUA.</p>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.twitter.com/shivsingh');" href="http://www.twitter.com/shivsingh">Shiv Singh</a>, estrategista  digital da PepsiCO, esteve presente ao <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.digitalage20.com.br');" href="http://www.digitalage20.com.br/">Digital Age 2.0</a>, em agosto  deste ano, para apresentar a estratégia da PepsiCo nas redes sociais. A  internet, segundo ele, possibilita o que nenhum outro meio permite. Se  uma marca consegue atingir as pessoas da maneira correta, levando  relevância para suas áreas de interesse, elas abraçam a marca e passam a  ser mais um canal de comunicação na evangelização de novos  consumidores.</p>
<p>O sonho de qualquer empresa.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="485" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_GDMeDWptVo?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="485" height="385" src="http://www.youtube.com/v/_GDMeDWptVo?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.midiassociais.net/2010/09/como-a-pepsico-transcendeu-o-engajamento-online/" target="_blank">MidiasSociais</a></p>
<div id="fb-root"><script src="http://connect.facebook.net/pt_BR/all.js"></script></div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
        window.fbAsyncInit = function() {        FB.init({appId: "", status: true, cookie: true,              xfbml: true});         };      (function() {       var e = document.createElement("script"); e.async = true;      e.src = document.location.protocol +        "//connect.facebook.net/pt_BR/all.js";      document.getElementById("fb-root").appendChild(e);    }());
// ]]&gt;</script></p>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/09/24/pepsico-cada-vez-mais-online/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/09/24/pepsico-cada-vez-mais-online/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		<title>Caiu na rede é&#8230; Ladrão!!</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/05/caiu-na-rede-e-ladrao/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ladrão]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada com 50 criminosos britânicos pela companhia de segurança More Than revelou que 12% deles usam redes sociais como Twitter e Facebook para procurar por vítimas em potencial. A justificativa é que nesses sites muitos usuários publicam seus endereços, além de detalhes completos de onde estão e para onde vão. Conforme o levantamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Uma pesquisa realizada com 50 criminosos britânicos pela companhia de  segurança More Than revelou que 12% deles usam redes sociais como  Twitter e Facebook para procurar por vítimas em potencial.</strong></p>
<p>A justificativa é que nesses sites muitos usuários publicam seus  endereços, além de detalhes completos de onde estão e para onde vão.</p>
<p>Conforme o levantamento, 68% dos criminosos, independentemente do  meio, coletam informações sobre a rotina de suas vítimas antes de  praticar um crime. &#8220;Usando o Facebook ou o Twitter para se gabar sobre  uma grande noite ou sobre férias em Barbados pode impressionar amigos e  colegas, mas é o suficiente para dar a ladrões experientes tudo o que  eles precisam saber&#8221;, disse Pete Markey, um porta-voz da More Than, ao  jornal The Telegraph.</p>
<p>&#8220;Antigamente você podia comprar informações de um carteiro ou  de um entregador de leite sobre quem estava fora de casa nos feriados.  Agora as pessoas estão online dizendo se estão indo ao aeroporto, se  estão tomando café, sobre tudo&#8221;, explicou à mesma publicação Richard  Taylor, um ex-criminoso que hoje é pastor. &#8220;Sempre digo que o Facebook  diz que você tem 900 amigos, mas que não é verdade. Você tem um amigo e  899 pessoas que vagamente o conhecem&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Por favor, me roube&#8221;</strong></p>
<p>No início deste ano, um grupo de holandeses criou um site para  alertar as pessoas justamente sobre esse risco apontado pela pesquisa. O  site Please Rob Me (&#8220;por favor, me roube&#8221;, em português) agregava todas  as informações de pessoas que estavam fora de casa e que comunicavam  isso no Foursquare.</p>
<p>A ideia, segundo os responsáveis, não era efetivamente servir  de fonte de informações para ladrões, mas conscientizar os internautas  de que mensagens aparentemente inofensivas podem ser perigosas se  divulgadas publicamente. O serviço atualmente está desativado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/ladroes-escolhem-vitimas-em-redes-sociais-23072010-19.shl" target="_blank">Info Abril</a></p>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/05/caiu-na-rede-e-ladrao/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/05/caiu-na-rede-e-ladrao/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mídias sociais são o destino de 3/4 dos consumidores online</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/06/18/midias-sociais-sao-o-destino-de-34-dos-consumidores-online/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>

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		<description><![CDATA[A popularidade das mídias sociais é inegável – três das marcas online mais populares são relacionadas com a mídia social (Facebook, YouTube e Wikipedia) hoje o mundo gasta mais de 110 bilhões de minutos nas redes sociais e  blogs. Isso equivale a 22 por cento de todo o tempo on-line ou um em cada quatro minutos e meio. Pela primeira vez, redes sociais e blogs são visitado por três quartos dos consumidores mundiais que estão online, o número de pessoas que visitam estes sites aumentou 24% em relação ao ano passado. Em média, as pessoas gastam 66% mais tempo nesses sites que há um ano, quase seis horas em abril de 2010 versus 3 horas, 31 minutos no ano passado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A popularidade das mídias sociais é inegável – três das marcas online mais populares são relacionadas com a mídia social (Facebook, YouTube e Wikipedia) hoje o mundo gasta mais de 110 bilhões de minutos nas redes sociais e  blogs. Isso equivale a 22 por cento de todo o tempo on-line ou um em cada quatro minutos e meio. Pela primeira vez, redes sociais e blogs são visitado por três quartos dos consumidores mundiais que estão online, o número de pessoas que visitam estes sites aumentou 24% em relação ao ano passado. Em média, as pessoas gastam 66% mais tempo nesses sites que há um ano, quase seis horas em abril de 2010 versus 3 horas, 31 minutos no ano passado.</p>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/ns1.png');" href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns1.png"><img title="ns1" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns1.png" alt="" width="484" height="421" /></a></p>
<p>O Brasil não só está no topo da lista de equipes favoritas para ganhar este ano a Copa do Mundo, mas também no topo das paradas com o maior percentual (86%) dos consumidores visitando redes sociais. A popularidade das redes sociais no Brasil é devido ao fenômeno Orkut, que apareceu pela primeira vez em 2004. Os usuários australianos, em média, passam mais tempo em sites de redes sociais, com uma média de 7 horas e 19 minutos, em abril, seguido pelo E.U.A e a Itália, com cerca de seis horas e meia cada.<span id="more-762"></span></p>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/ns2.png');" href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns2.png"><img title="ns2" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns2.png" alt="" width="485" height="433" /></a></p>
<p>O alcance do Facebook é mais amplo na Itália, conquistando dois terços da audiência ativa em abril de 2010, tornando o site relativamente mais popular na Itália do que nos três principais mercados de língua Inglesa. Austrália, E.U.A e Reino Unido vem em seguida, com mais de 60% dos consumidores online ativos visitando o site. Em contraste, os japoneses têm menos apetite para o Facebook, com o alcance e o tempo gasto significativamente menor do que em qualquer dos outros países monitorados. Ameba, que oferece uma plataforma de micro-blogging semelhante ao Twitter, é a rede social mais popular no Japão, visitado por 38% das pessoas online, enquanto o Facebook fica com o 40º lugar.</p>
<p><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/ns3.png');" href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns3.png"><img title="ns3" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/06/ns3.png" alt="" width="485" height="400" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/online_mobile/social-media-accounts-for-22-percent-of-time-online/">Nielsen</a></p>
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		<title>Usuário quer escolher anúncio na web</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia online]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[usuário]]></category>

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		<description><![CDATA[Para obter mais receita publicitária com os vídeos on-line, um grupo de empresas, liderado pela gigante da propaganda Publicis Groupe e que inclui Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu, testaram durante o ano passado vários formatos de anúncios online para descobrir o que os usuários desejam.

A conclusão é que eles querem poder escolher.

Os testes descobriram que o “seletor de anúncios”, formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o “pre-roll”, que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.

A nova pesquisa mostra que os usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. “Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor”, diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.

O seletor de anúncios superou cerca de 30 formatos publicitários hoje utilizados pelas empresas que participaram do estudo. Incluem-se aí anúncios interativos de vídeo on-line, que caem como uma persiana sobre a tela e permitem que o espectador clique para obter mais informações; vídeos clicáveis, que permitem ao espectador clicar em determinados pontos dentro do próprio vídeo para saber mais sobre o produto; e “skins”, ou peles, anúncios gráficos que formam uma moldura em torno do vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>&#8220;Salve salve Simpatia&#8221;</p>
<p>Para obter mais receita publicitária com os vídeos on-line, um grupo de empresas, liderado pela gigante da propaganda Publicis Groupe e que inclui Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu, testaram durante o ano passado vários formatos de anúncios online para descobrir o que os usuários desejam.</p>
<p><strong>A conclusão é que eles querem poder escolher.</strong></p>
<p>Os testes descobriram que o “seletor de anúncios”, formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o “pre-roll”, que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.</p>
<p>A nova pesquisa mostra que os usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. “Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor”, diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.</p>
<p>O seletor de anúncios superou cerca de 30 formatos publicitários hoje utilizados pelas empresas que participaram do estudo. Incluem-se aí anúncios interativos de vídeo on-line, que caem como uma persiana sobre a tela e permitem que o espectador clique para obter mais informações; vídeos clicáveis, que permitem ao espectador clicar em determinados pontos dentro do próprio vídeo para saber mais sobre o produto; e “skins”, ou peles, anúncios gráficos que formam uma moldura em torno do vídeo.</p>
<p>A pesquisa foi criada pela divisão Vivaki da Publicis, de Paris, que compra centenas de milhões de dólares por ano em espaço de anúncios on-line para clientes como Procter &amp; Gamble, Coca-Cola e Wal-Mart Stores.</p>
<p>Os gastos com anúncios em vídeo na web <span id="more-279"></span>vêm sendo prejudicados pela concorrência entre os diversos formatos, segundo firmas de mídia e anunciantes. Estes dizem que ter que criar diferentes tipos de anúncios para diferentes websites aumenta os custos, e há muito se queixam que gastam demasiado tempo e recursos adaptando seus anúncios para diferentes tamanhos.</p>
<p>A falta de padronização criou “uma relutância em transferir mais dinheiro para os vídeos online”, diz Jean-Paul Colaco, vice-presidente sênior de publicidade do Hulu, site de vídeos de propriedade conjunta da Walt Disney, NBC Universal, que pertence à General Electric, e News Corp., que também é dona do Wall Street Journal.</p>
<p>As “implicações de custo” são maiores para a produção de anúncios para vídeos on-line do que para a televisão e o rádio, diz Nancy Ryan, diretora de mídia da seguradora americana Allstate Insurance Co. A Allstate foi uma das seis empresas que participaram da pesquisa, juntamente com dois anunciantes conhecidos que não quiseram ser identificados.</p>
<p>Os anúncios em vídeo estão entre as formas de publicidade on-line que mais crescem. Nos Estados Unidos, os gastos com esses anúncios devem crescer 40% este ano, para US$ 1,4 bilhão, diz a firma de pesquisas eMarketer.</p>
<p>Os usuários passaram uma média de 193,2 minutos assistindo a vídeos on-line em dezembro, aumento de 3% em relação a um ano antes, segundo a Nielsen.</p>
<p>Mas o vídeo on-line ainda é uma pequena parte do mercado publicitário.</p>
<p>Os anunciantes gastaram cerca de US$ 66 bilhões nos EUA em comerciais de TV em 2008, segundo uma firma de pesquisas da holding publicitária WPP. As empresas de mídia afirmam que o vídeo tem potencial para captar muito mais investimento publicitário do que ocorre agora.</p>
<p>As empresas de mídia também estão ansiosas para encontrar uma alternativa para os anúncios “pre-roll”, que aborrecem muitos internautas a ponto de fazê-los abandonar um vídeo antes de ele começar.</p>
<p>Apesar desse problema, os anúncios “pre-roll” se tornaram o formato mais próximo que existe do padrão da indústria; são fáceis de ser criados, já que em geral são comerciais de TV aplicados a uma nova finalidade.</p>
<p>O seletor de anúncios começou como um formato criado pelo Hulu. Foi então retrabalhado pelas empresas envolvidas no projeto para incluir comerciais de três marcas diferentes, em vez de três versões do mesmo anúncio.</p>
<p>Marcas concorrentes não aparecem juntas. Se o internauta não clicar em nenhum dos anúncios, o servidor da firma patrocinadora escolherá um ao acaso. O anunciante não paga nada se esse anúncio não for baixado.</p>
<p>O formato de seletor de anúncios foi testado contra os anúncios “pre-roll” durante quase dois meses em um punhado de sites, como CBS.com e Discover.com. O índice de cliques para o formato – a proporção de usuários que clicaram para acessar o site do anunciante – foi mais que o dobro dos anúncios “pre-roll” padrão. Os usuários tinham duas vezes mais probabilidade de se lembrar qual a empresa patrocinadora depois de assistirem a um anúncio que eles mesmos escolheram.</p>
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