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	<title>O Pé de Feijão &#187; pequenas empresas</title>
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	<description>Plante Conhecimento</description>
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		<title>Pequenos varejistas se destacam no e-commerce</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2009/07/11/pequenos-varejistas-se-destacam-no-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 23:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[médias empresas]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share. Isso se deve também, pois o número de brasileiros com acesso a internet tende crescer mais ainda. (“ Apesar do número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online”.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>&#8220;Salve Salve Simpátia&#8221;</p>
<p>Mais legal que ver &#8220;A Porta dos desesperados&#8221; com Serginho Malandro&#8230;( antigo heim).  Mais emocionante que as previsões do Jaca Paladium da TV Colosso&#8230;hehehe&#8230; E mais falado do que Lucas Silva e Silva do Mundo da Lua.  Só <span style="color: #ff0000;"><strong>&#8220;O Pé de Feijão&#8221;</strong></span> trazendo mais informação.</p>
<p>O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share. Isso se deve também, pois o número de brasileiros com acesso a internet tende crescer mais ainda. (“ Apesar do número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o <span style="text-decoration: underline;">IBOPE Nielsen Online</span>”.)<span id="more-54"></span></p>
<p>Mesmo com o crescimento do pequeno varejo na internet, a participação deles ainda é tímida. Ao todo, estas empresas representam 9,7% do mercado de e-commerce no Brasil.<br />
 Dificuldades em investir e aguardar o retorno sobre o investimento a médio e longo prazo, além da falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas. Porém, estes acompanham as estratégias utilizadas no mercado, como investimento em publicidade on-line, e-mail marketing, além do acompanhamento de mídias sociais, para mostrar ao consumidor que a empresa está atenta às novas mídias e tecnologias.</p>
<p> Para este nicho, é necessário entender qual sua reputação no mercado, acompanhando comentários e reclamações que os clientes deixam na própria rede. Mas também é importante investir em publicidade para que a marca não fique esquecida na internet.</p>
<p>Isso aí , galera.<br />
Forte abraço.</p>
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		<title>E-commerce para Pequenas e Médias Empresas‏</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 22:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[médias empresas]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[ medo de investir na internet e um novo horizonte se abre para as pequenas e médias empresas. Segundo estudos do e-bit, o comércio eletrônico movimentou R$ 2,3 bilhões no Brasil no primeiro trimestre deste ano, 25% maior em relação ao mesmo período em 2008. No ano passado, o setor movimentou R$ 8,2 bilhões, um crescimento 32% superior em relação a 2007.

 Conforme pesquisa da Price Waterhouse Coopers, o investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento relativamente moderado, de 2,7%.  O relatório Global Entertainment and Media Outlook, também divulgação esta semana, revela que a migração para o entretenimento digital se acelerará à medida que as empresas buscam por mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram por mais controle sobre o conteúdo e mais valor.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>“Salve Salve Simpátia”</p>
<p>Muito melhor que ganhar a Copa do Brasil pela 3º vez, muito melhor que ir ao cinema e não encontrar fila na estréia de um filme , e muito mais legal que achar o palito premiado no sorvete Frutilly… Só “<span style="color: #ff0000;"><strong><span style="text-decoration: underline;">O Pé de Feijão</span></strong></span>” trazendo mais informação.</p>
<p>O medo de investir na internet e um novo horizonte se abre para as pequenas e médias empresas. Segundo estudos do e-bit, o comércio eletrônico movimentou R$ 2,3 bilhões no Brasil no primeiro trimestre deste ano, 25% maior em relação ao mesmo período em 2008. No ano passado, o setor movimentou R$ 8,2 bilhões, um crescimento 32% superior em relação a 2007.</p>
<p> Conforme pesquisa da Price Waterhouse Coopers, o investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento relativamente moderado, de 2,7%.  O relatório Global Entertainment and Media Outlook, também divulgação esta semana, revela que a migração para o entretenimento digital se acelerará à medida que as empresas buscam por mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram por mais controle sobre o conteúdo e mais valor.<span id="more-41"></span></p>
<p> Segundo Leonardo Bortoletto, diretor da Web Consult, especializada em negócios e soluções virtuais em Belo Horizonte, o empreendedor está percebendo a importância da rede mundial de comunicação para vender e que marketing é importante para qualquer negócio, independentemente, do tamanho da empresa.</p>
<p><span style="color: #0070c0;">“<em><span style="font-size: xx-small;">Marketing em qualquer ambiente, quer seja no mercado real ou virtual, dá resultados. Na internet, por exemplo, as ações geram um efeito multiplicador e em curto espaço de tempo</span></em>”,</span> afirma.</p>
<p> A Pizzaria Mangabeiras passou a vender pizzas pela internet desde outubro. Os pedidos chegam a 700 por mês via e-mail, registrando um crescimento de 500% entre dezembro e abril. O investimento da Policenter na internet ampliou a demanda pelos serviços em 30%.</p>
<p> O acesso virtual dos brasileiros cresce diariamente. O Brasil tem 41 milhões de internautas, liderando o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, cerca de 24 horas e 49 minutos. Em janeiro, 24,5 milhões de brasileiros utilizaram a rede a partir de conexões residenciais, representando um crescimento de 16% em relação ao mesmo período no ano passado.</p>
<p> O marketing digital ganha espaço entre empresários, de acordo com Bortoletto, porque a internet leva para dentro de casa uma infinidade de oportunidades. Até então, muitas pessoas ainda acham que a rede somente serve para enviar e receber e-mails. Se trocar a casa pelo escritório, as oportunidades triplicam, pois dentro das empresas e de forma estratégica, é possível extrair da internet recursos muito eficientes e baratos para garantir uma comunicação mais eficaz com cliente e consumidor.</p>
<p> <span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #0070c0;">“Site por si só não gera negócios. Trata-se somente de um espaço para o internauta conhecer mais sobre a empresa. O endereço eletrônico pode ter mais objetivos que somente informar, como por exemplo ser uma ferramenta para que as pessoas descubram a empresa com um melhor posicionamento em sites de buscas, tendo a opção de comprar e conhecer melhor produtos e serviços”,</span> </span>explica Bortoletto.</p>
<p> Uma campanha de marketing digital começa pelo levantamento do público-alvo da empresa, do que o consumidor precisa, o que o emociona na internet. Já, para quem possui um site, nem sempre é necessário modificar tudo. Afinal, algumas alterações estratégicas de conteúdo podem melhorar os resultados do projeto online.</p>
<p><em>Fonte: PC Magazine</em></p>
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