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	<title>O Pé de Feijão &#187; varejo</title>
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	<description>Plante Conhecimento</description>
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		<title>O poder das mulheres no e-commerce</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 16:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[Varejo online]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito &#8220;Compras OnLine&#8221;. Quando o assunto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>As mulheres estão em menor número na internet, mas nem por isso elas compram menos. São mais participativas nas redes sociais, compram a mesma quantidade que os homens e a tendência é que seja ainda maior. Não obstante, elas vêm com força e já mostram sua sensibilidade ao quesito &#8220;Compras OnLine&#8221;.</p>
<p>Quando o assunto é rede de relacionamentos é quase inevitável não pensar no público feminino. De acordo com uma pesquisa divulgada em 2009, as mulheres comandam as redes sociais e mídias sociais. A pesquisa foi realizada por David McCandless, do blog Information is Beautiful, na qual verificou que das 17 redes pesquisadas, 13 são comandadas por mulheres, e nas outras 4 há equilíbrio entre os sexos.</p>
<p>Ainda nessa pesquisa pode-se perceber que nas 4 redes sociais onde há equilíbrio, estão o LinkedIn e o YouTube, desmitificando a idéia que os homens são os que mais vêem vídeos através do gigante portal de vídeos do Google. Os outros dois portais em que houve empate foram DevianART e Del.icio.us.<br />
De olho nesse potencial gênero, a Lojas Renner passa a ter sua linha de produtos disponível para venda on-line. É verídico que elas ainda preferem as compras off-line, olhar as prateleiras e experimentar cada produto frente ao espelho . Porém, cabe à empresa cativar esse público e lhe dar o inesperado, buscando excelentes estratégias de marketing digital. A empresa utiliza o twitter para divulgar seus produtos e promoções e já conta com mais de 12 mil seguidores.</p>
<p>Em pesquisa realizada no 1º semestre de 2010 pela <strong>e-bit</strong>, foi constatado que 55% dos consumidores que fizeram uma compra pela internet e foram influenciados por uma rede social são mulheres. No e-commerce em geral a divisão é feita exatamente igual: 50% mulheres e 50% homens.<br />
A partir destas informações é possível compor a idéia de que as mulheres são mais influenciadas pelas redes sociais frente aos homens. Sabe-se que as mulheres são mais sensíveis a opiniões sobre um produto, por isso buscam maiores informações sobre apreciações, conceitos e análises de quem já utilizou tal produto.</p>
<p>Essa participação feminina no comércio eletrônico vem aumentando significativamente. Em 2001, elas representavam 39%, em 2005, 42% e já em 2010, representam 50% dos e-consumidores.</p>
<p>Investimentos em banners, bloco de anúncios, adwords e demais, parecem ir perdendo espaço para o investimento em marketing nas mídias sociais. É difícil mensurar o resultado de marketing nas redes, pois nem sempre o resultado é um clique que levará à compra de um produto. O fortalecimento da marca é o mais relevante nessa área. Milhares de usuários estão criticando e elogiando seus produtos, e é por isso que é necessário estar frequentando fóruns e o que mais for necessário, para saber o que estão dizendo, e a partir de então, agir estrategicamente.</p>
<p>Contudo, compreende-se a necessidade das empresas possuírem um perfil nas redes sociais e relacionarem-se com seu público. Nesta etapa, deve-se tomar um enorme cuidado para não ser intrusivo e destruir a imagem de sua empresa. Jamais deixe sua propaganda ser explícita. Sempre que puder, faça comentários, levante discussões saudáveis e mantenha-se atualizado com o mercado e o mundo que o seu público está inserido.</p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: Ebit<br />
</span></span></p>
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		<title>E-commerce vs Canibalização</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/26/e-commerce-vs-canibalizacao-renata-reis/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em marketing, Canibalização é o resultado da introdução de um novo produto que tomará parte do mercado de um produto já existente do mesmo fabricante/marca. Muitos discordam da estratégia alegando que desvia o foco dos objetivos, outros acreditam que se bem planejada pode alongar o ciclo de vida para muitas marcas. Há duas razões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Em marketing, <strong>Canibalização</strong> é o resultado da  introdução de um novo produto que tomará parte do mercado de um produto  já existente do mesmo fabricante/marca. Muitos discordam da estratégia  alegando que desvia o foco dos objetivos, outros acreditam que se bem  planejada pode alongar o ciclo de vida para muitas marcas.</p>
<p>Há duas razões que levam a prática da canibalização: manter-se a  frente da concorrência lançando novos produtos/serviços e impedir a  queda nas vendas.</p>
<p>Citando um mau exemplo de percepção de mercado, temos a Kodak que  levou tempo para entrar no mercado de câmeras digitais abrindo forte  mercado para a concorrência.</p>
<p>Quantas marcas não surgiram nesta época? Quais foram os prejuízos para a Kodak? Hoje, qual é a marca da sua câmera digital?</p>
<p><strong>E o que isso tem a ver com e-commerce? </strong></p>
<p>Downes e Mui, ensinam: <em>“Construa um e-business que roube clientes  de seu negócio atual pra conquistar fidelidade à marca, alcançar novos  mercados ou obter massa crítica”</em>.  Uma atitude bem comum no mundo  offline, que não impede de vir a ser presente no mundo online daqui a  alguns anos. A idéia é que se você não tirar proveito da internet agora,  seu negócio sofrerá depois.</p>
<p>O conceito de canibalização é buscar novas vendas e novas operações  afastando um antigo modelo de negócio que não seja capaz de competir com  o mercado em constantes mudanças.</p>
<p>De acordo com este conceito, identificando este momento de inovação,  boa parte das grandes e pequenas empresas já migraram e estão migrando  suas lojas físicas para o e-commerce. Mas qual será o custo desta  migração para os pontos de venda?</p>
<p>Acredita-se que parte dos lucros do mundo off partirá para o mundo  virtual.  Vale salientar que muitos consumidores utilizam o site para se  atualizar das novidades podendo decidir comprar através do site ou ir  até uma loja. Já existem cross de métricas que fazem uma relação entre o  número de visitas ao site x o número de produtos vendidos em lojas  físicas.</p>
<p>Segundo Chris Anderson, <em>“alguns clientes querem ir às lojas.  Outros preferem comprar online. Ainda outros gostam de fazer pesquisas  online, e depois comprar nas lojas. E também há os que percorrem as  lojas e depois compram online. Uns são apressados, outros podem esperar”</em>.</p>
<p>Certamente, o surgimento da loja virtual gerou e ainda gera uma  competição muito “sutil” entre lojas físicas (várias) e loja virtual  (única).</p>
<p>O fato é que a loja virtual não veio para competir com a loja física,    embora  algumas lojas virtuais já ocupem a 1ª posição no  ranking das   lojas dos grandes varejos, ultrapassando grandes pontos, como o caso  do  Magazine Luiza que  tem como número 1 a sua loja virtual.</p>
<p>E como não competir com um canal totalmente interativo, cheio de  promoções ao alcance dos cartões, em vasto crescimento, com baixos  custos e repleto de “truques”?</p>
<p>Será que o e-commerce vai canibalizar o tradicional ponto de venda?</p>
<p>Em alguns anos teremos a resposta.</p>
<p>Abraços <img src="http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Por:<a href="http://twitter.com/_RenataReis_"> @_RenataReis</a></p>
<p><a href="http://ecommdigital.wordpress.com/sobre-o-blog-falando-de-ecommerce-renata-reis/">Blog Falando de E-commerce</a></p>
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		<title>Cafezinho na loja virtual</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/19/cafezinho-na-loja-virtual/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 18:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo online]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que ele não volta no meu site? Uma das razões pode ser o desinteresse. Você sabe qual é o tempo médio de um visitante no seu site, o índice de rejeições, a quantidade de páginas visitadas? Todas estas métricas lhe darão dados que responderá a sua pergunta. Se a sua resposta for: -Meu site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Por que ele não volta no meu site?</strong></p>
<p>Uma das razões pode ser o desinteresse. Você sabe qual é o tempo médio  de um visitante no seu site, o índice de rejeições, a quantidade de  páginas visitadas? Todas estas métricas lhe darão dados que responderá a  sua pergunta.</p>
<p>Se a sua resposta for:</p>
<p>-<em>Meu site não é interessante para este público.</em></p>
<p>Mas que público?</p>
<p>Aquele que está naquele portal que você fez um investimento e não lhe trouxe conversões, ou melhor, nem pagou o investimento.</p>
<p>Para despertar a atenção de novos consumidores a home page de um site  precisa estar “piscando” e com muitos “refletores”, caso contrário a  escuridão será refletida na baixa <strong>conversão</strong> de vendas e alcance de <strong>#<span style="color: #ff0000;">metas</span></strong>.</p>
<p>Tendo como ponto de partida que a home é a porta de entrada do  negócio, é compreensível dizer que sua casa deve estar limpa e  organizada. O consumidor precisa abrir a porta, entrar e tomar um <strong>cafezinho</strong> enquanto conversa com você, isto é, correr os olhos na home/conteúdo e  em alguns segundos entender a mensagem que o seu site quer transmitir = comprar.</p>
<p>Simplificando, todos estes fatores de organização da informação e facilidade na navegação = <strong>Arquitetura da Informação &amp; Usabilidade</strong>, tema que não saí de moda quando se fala em e-commerce e com todo mérito.</p>
<p>Sim, o consumidor veio de algum lugar e alguma coisa ele quer. Pode  ser simplesmente conhecer a loja (Que bom! Demonstra que sua campanha  chamou atenção),  apenas pesquisar um item ou exatamente comprar o  produto da campanha (Que ótimo! Significa que você fez a coisa certa) e  agora a casa tem que estar limpa e pronta para uma longa visita.</p>
<p>Este consumidor precisa ser bem recebido e encontrar tudo que deseja  com muita rapidez e agilidade, não sirva o café gelado. Mesmo que ele  não encontre o que buscou esta experiência tem que ficar clara = <em>não encontramos o produto desejado.</em> Não permita que o cliente entre no seu site e saía porque não entendeu  nada ou porque perdeu a paciência de navegar entre a lentidão das  páginas.</p>
<p>Mas fora aquelas informações “básicas” como: imagens dos produtos, descrições e comentários, ainda tem o <strong>preço</strong>. Do que adianta investir em mídia e redes sociais se a concorrência tem o melhor preço??? #fail</p>
<p>Segundo dados do Google Varejo (A.L.), os brasileiros estão em <strong>2o lugar</strong> no uso de <strong>comparadores de preços</strong> com 34% e os americanos estão na frente com 39%. Sendo o <a href="http://www.buscape.com.br/">Buscapé</a> líder nesse segmento.</p>
<p>Se todas estas questões não estiverem bem estruturadas certamente  resultará no desinteresse do internauta pelo seu site. Algo bem natural,  não?</p>
<p>Planeje bem antes de começar uma campanha, pois resultados em visitas  e vendas ela poderá trazer de imediato, mas a longo prazo a chance será  bem menor.</p>
<p>Abraços <img src="http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Por:<a href="http://twitter.com/_RenataReis_"> @_RenataReis</a></p>
<p><a href="http://ecommdigital.wordpress.com/">Blog Falando de E-commerce</a></p>
</div><p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/19/cafezinho-na-loja-virtual/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p><a href="http://zip.li/api?method=retweet&amp;longUrl=http://www.opedefeijao.com.br/2010/08/19/cafezinho-na-loja-virtual/&amp;twitterUsername=opedefeijao" class="zipli-retweet-button"><span>Retweet this post</span></a>]]></content:encoded>
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		<title>Campanha online gera mais vendas no varejo do que comercial de TV</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2009/08/24/campanha-online-gera-mais-vendas-no-varejo-do-que-comercial-de-tv/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[comparação]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanhas publicitárias de produtos de consumo (alimentos e itens de higiene e limpeza) na internet geraram mais retorno em três meses do que propagandas deste segmento na televisão em um ano. Esta é a conclusão de uma pesquisa divulgada esta semana pela empresa de análises de dados online, comScore, em parceria com a dunnhumbyUSA.

O estudo observou o comportamento de compra de 200 mil internautas, que também participam de programas de fidelidade em supermercados, nos Estados Unidos. O grupo foi exposto a banners (estáticos e interativos) com marcas de diversas categorias de produtos (cereal, mistura para biscoito, pizza, suco, barras de cereal, macarrão, chá, desodorante e creme dental).

Em 12 semanas, a comScore observou as campanhas online elevaram em 9% as vendas das marcas anunciadas na web, sendo que cerca de 80% das ações resultaram em um aumento significativo das vendas dos produtos.

Fazendo uma comparação das mesmas marcas anunciadas na TV, outra análise da empresa IRI mostra que, em 12 meses, as campanhas geraram um aumento de 8% nas vendas dos produtos, sendo que 36% das marcas anunciadas apresentaram um aumento mais elevado em vendas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">&#8220;Salve salve simpatia&#8221;</p>
<p>Campanhas publicitárias de produtos de consumo (alimentos e itens de higiene e limpeza) na internet geraram mais retorno em três meses do que propagandas deste segmento na televisão em um ano. Esta é a conclusão de uma pesquisa divulgada esta semana pela empresa de análises de dados online, comScore, em parceria com a dunnhumbyUSA.</p>
<p>O estudo observou o comportamento de compra de 200 mil internautas, que também participam de programas de fidelidade em supermercados, nos Estados Unidos. O grupo foi exposto a banners (estáticos e interativos) com marcas de diversas categorias de produtos (cereal, mistura para biscoito, pizza, suco, barras de cereal, macarrão, chá, desodorante e creme dental).</p>
<p>Em 12 semanas, a comScore observou as campanhas online elevaram em 9% as vendas das marcas anunciadas na web, sendo que cerca de 80% das ações resultaram em um aumento significativo das vendas dos produtos.</p>
<p>Fazendo uma comparação das mesmas marcas anunciadas na TV, outra análise da empresa IRI mostra que, em 12 meses, as campanhas geraram um aumento de 8% nas vendas dos produtos, sendo que 36% das marcas anunciadas apresentaram um aumento mais elevado em vendas.</p>
<p>&#8220;Estes resultados confirmam a capacidade da propaganda online de ser bem-sucedida na geração de vendas junto a marcas de consumo, aliada ao impacto da campanha pela televisão&#8221;, afirma o presidente da comScore, Gian Fulgoni, que será um dos palestrantes internacionais do Digital Age 2.0. &#8220;Quando você considera o fato de que um anúncio online geralmente custa menos do que na televisão, estes resultados ganham ainda mais importância.&#8221;</p>
<p>Em entrevista ao Ideia 2.0 sobre a palestra &#8220;Como a publicidade online realmente funciona&#8221;, que apresentará no dia 27 de agosto às 11h durante o evento, Fulgoni pretende mostrar que, muito além do clique em um banner, é preciso medir o impacto da campanha via web no comportamento do consumidor.</p>
<address style="text-align: justify;"><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/24/campanha-online-gera-mais-vendas-no-varejo-do-que-comercial-de-tv/" target="_blank"><em>Fonte: IDGNow</em></a><br />
</address>
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		</item>
		<item>
		<title>Poder viral do Twitter estimula ofertas do varejo brasileiro no serviço‏</title>
		<link>http://www.opedefeijao.com.br/2009/07/11/poder-viral-do-twitter-estimula-ofertas-do-varejo-brasileiro-no-servico%e2%80%8f/</link>
		<comments>http://www.opedefeijao.com.br/2009/07/11/poder-viral-do-twitter-estimula-ofertas-do-varejo-brasileiro-no-servico%e2%80%8f/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 21:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@Jr_Palmanhani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Poder viral]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter está se tornando, para alguns varejistas brasileiros, um novo canal de vendas.
Entre os fatores que atraem a participação, está o retorno dos usuários e a possibilidade de um ‘tweet’ promover um viral da marca de forma positiva. Quem diria heim… do e-mail ao twitter… e avante!!

E tem mais pessoal, os benefcios da rede social englobam a possibilidade não só de conseguir uma venda pelo canal, mas também acompanhar a opinião dos usuários sobre os produtos , início de um viral e .. no caso do twitter, se o usuário “retwittar” a oferta vai ter o dado compatilhado com mais 70 pessoas , seguindo a média de seguidores de cada usuário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">“Salve Salve Simpátia”</span></p>
<p style="background: white;">Mais legal que Ferris Bueller ( Curtindo a vida adoidado – 1986 ), mais apaixonante que a Vovó da Casa do Pão de Quejo e muito melhor que final de campeonato Paulista, é o &#8220;<strong><span style="color: #c00000;">O Pé de Feijão</span></strong><span style="color: #35383d;">” que traz alegria pra galera…..uhu.</span> “</p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">O </span><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #00b0f0;">Twitter</span></span></strong><span style="color: #35383d;"> está se tornando, para alguns varejistas brasileiros, um novo canal de vendas.<br />
Entre os fatores que atraem a participação, está o retorno dos usuários e a possibilidade de um ‘tweet’ promover um viral da marca de forma positiva. Quem diria heim… do e-mail ao twitter… e avante!!</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">E tem mais pessoal, os benefcios da rede social englobam a possibilidade não só de conseguir uma venda pelo canal, mas também acompanhar a opinião dos usuários sobre os produtos , início de um viral e .. no caso do twitter, se o usuário “retwittar” a oferta vai ter o dado compatilhado com mais 70 pessoas , seguindo a média de seguidores de cada usuário.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">Uma das empresas que se aproveita da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções é a Dell<span id="more-22"></span> ( quem nunca recebeu a news da Dell..hehehe ..), cujo perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3h, além de destacar promoções e lançamentos para compras online. A estratégia inspira-se na iniciativa da matriz da Dell, que em cerca de 6 meses vendeu 1 milhão de dólares em produtos usando o Twitter. Embora não revele números para o Brasil, a gerente de marketing online para América Latina da Dell, Mirvane Goulart, diz que “</span><span style="font-family: 'Monotype Corsiva'; color: #35383d; font-size: 12pt;">o volume de vendas é contabilizado e segue de acordo com as expectativas</span><span style="color: #35383d;">”.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">A Tecnisa também descobriu o potencial de divulgar sua marca ao lançar promoção exclusiva para usuários de redes sociais, na segunda-feira (27/04). “</span><span style="font-family: 'Monotype Corsiva'; color: #35383d; font-size: 12pt;">Em um dia, a divulgação no Twitter gerou mais cadastros que um anúncio online no formato display</span><span style="color: #35383d;">”, conta o gerente de redes sociais, Roberto A. Loureiro.<br />
Embora exista a dificuldade de se trabalhar com uma oferta cujo tíquete médio é de 300 mil reais, Loureiro anseia pelos resultados. “</span><span style="font-family: 'Monotype Corsiva'; color: #35383d; font-size: 12pt;">Nossa conversão, por enquanto, foi muito boa, mas ainda analisaremos a qualidade do que conseguimos</span><span style="color: #35383d;">”, aponta.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">Entre outros perfis de empresas brasileiras que divulgam ofertas com frequência no Twitter também destacam-se Submarino, Submarino Viagens, SESC SP e Camiseteria.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">O Vivoblog usou o espaço para divulgar, nesta terça-feira (28/04), uma oferta para a participação do ensaio aberto de uma peça no Teatro Vivo. As empresas, contudo, exploram pouco as possibilidades.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="color: #35383d;">Não podemos esquecer ainda que estamos no início do e-commerce com redes sociais e estes modelos de promoção em rede sociais são legais, mas precisamos saber influenciar de forma efetiva.</span></p>
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